quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Morte ao poeta


Imagem por: ~vladder


Em momentos de total incompreensão
É quando sinto o pulsar do coração
Mostrar que ainda estou presente
Vivo, apesar de mentalmente ausente

Todos esses sentimentos marcantes
Que envolvem minhas ilusões alucinantes
São representados por uma incógnita infalível
Que vive em meu peito irresistível

É nessas horas de dor e lamento
Que eu pereço ante ao sofrimento
Antes de chegar à loucura

Então compreendo ao fim do ato
Que minha opção ao dom nato
É morrer pela literatura

3 comentários:

  1. Rimas perfeitas. Adorei. perfeito. Um ótimo tema. Cara, perfeito *-

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  2. Nossa!
    Adorei seu poema! Muito bem escrito e e extremamente interessante!
    Parabéns!

    Obrigada por ter comentado em meu blog, e desculpa a demora por responder! :D
    Vim aqui retribuir!

    Quando li seu pseudônimo pela primeira vez, entendi Édipo ao invés de Édito, e achei a escolha curiosa. Quase cheguei a perguntar se você conhecia a história de Édipo (Édipo Rei) e o próprio significado do nome, que não é lá muito bom...
    Mas então, a nuvem de caos que costuma rondar meus pensamentos se desanuviou e então pude ver direito! Portanto, esqueça os devaneios! :D
    hauhauahuhauha

    Mais uma vez: parabéns.
    Beijos!

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  3. Soneto;Adoro sonetos...bom,como aqui não sou sua professora posso falar como eu quiser né? Vc escreve bem pra caralho!

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